Ele era único.
E quem teve o privilégio de conhecê-lo, sabe disso.
Mais únicas ainda eram suas tiradas, que de tão originais viraram gíria entre os familiares e amigos.
Ele aumentava um pouco? Talvez. Mas esse era apenas o toque especial, que tornava as suas estórias mais interessantes.
Batalhador...
Competente...
Visionário...
Obstinado...
Vencedor...
Polêmico...
Ranzinza...
Gozador...
Severo...
Teimoso...
Centralizador...
Sonhador...
Cada um que fez parte da sua vida poderia encontrar uma infinidade de adjetivos para descrevê-lo.
Com seu um metro e sessenta, era um gigante! Como dizia um de seus amigos, “Ai se ele tivesse um e setenta!”
Nos seus setenta e quatro anos de vida deixou no coração de cada um de seus contemporâneos uma saudade em particular.
No meu coração, essa saudade é gigante... como ele também o foi!
Vívian Marques Alves
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Vinho versus banana
Dizem que o homem é como o vinho: quanto mais velho, melhor vai ficando.
Pois é, e mulher é como a banana: quanto mais velha, mais mole e pintada vai ficando.
Vívian Marques Alves
Pois é, e mulher é como a banana: quanto mais velha, mais mole e pintada vai ficando.
Vívian Marques Alves
domingo, 16 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Religião
olhar para o alto.
tão alto que se tenha
um torcicolo eterno
e nunca mais se possa
olhar direto para o próximo.
(Ulisses Tavares)
Tantas religiões, tantos que dizem crer e ter fé...
Está na hora de tirar a religião dos templos e trazê-la para a vida!
tão alto que se tenha
um torcicolo eterno
e nunca mais se possa
olhar direto para o próximo.
(Ulisses Tavares)
Tantas religiões, tantos que dizem crer e ter fé...
Está na hora de tirar a religião dos templos e trazê-la para a vida!
sábado, 21 de agosto de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Família: começo e fim
Família...
Como colocar em palavras a sensação de certeza que me dá minha família?
Como explicar o amor que me faz considerar dar a vida pelos meus, se preciso for?
Como mostrar ao mundo o preenchimento dos meus vazios quando em sua companhia?
Como agradecer ao Todo pelos anjos que me protegem em forma humana?
Como mostrar-lhes o quanto os necessito perto de mim?
Como reconhecer, ainda mais, a mim mesma em seus traços, conceitos e gestos?
Família...
Vívian Marques Alves
Como colocar em palavras a sensação de certeza que me dá minha família?
Como explicar o amor que me faz considerar dar a vida pelos meus, se preciso for?
Como mostrar ao mundo o preenchimento dos meus vazios quando em sua companhia?
Como agradecer ao Todo pelos anjos que me protegem em forma humana?
Como mostrar-lhes o quanto os necessito perto de mim?
Como reconhecer, ainda mais, a mim mesma em seus traços, conceitos e gestos?
Família...
Vívian Marques Alves
Natureza, natural realeza
(Quando da erupção do vulcão na Islândia, que deveria, a meu ver, se chamar "Gelândia", tradução literal de Iceland)
Quando a natureza tem de cumprir seu papel de força equilibradora, nossa pequenina vida de passantes pela Terra tem de esperar. Apesar de todos os inconvenientes, acho isso fan-tás-ti-co e me curvo em reverência a Ela.
Vívian Marques Alves
Quando a natureza tem de cumprir seu papel de força equilibradora, nossa pequenina vida de passantes pela Terra tem de esperar. Apesar de todos os inconvenientes, acho isso fan-tás-ti-co e me curvo em reverência a Ela.
Vívian Marques Alves
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Não me generalizem!
Não me superestimem!
Não sou superestimável; muito menos, perfeita.
Não apostem todas as fichas em mim!
Sou uma roleta que gira sem parar, em que os números, às vezes, desaparecem. Uma roleta que não apostaria em si mesma, a menos que pudesse escolher todos os números.
Não me generalizem!
Sou um ser ordinário; porém, não generalizável.
Não me idolatrem!
Tenho cometido tantos erros,
irremediáveis,
que tenho medo de ler minha própria ficha.
Não se decepcionem comigo!
Sou tão imprevisível quanto desapontável.
Não me tomem como modelo!
Ainda sou massa modelável em mão de criança impaciente.
Vívian Marques Alves
Não sou superestimável; muito menos, perfeita.
Não apostem todas as fichas em mim!
Sou uma roleta que gira sem parar, em que os números, às vezes, desaparecem. Uma roleta que não apostaria em si mesma, a menos que pudesse escolher todos os números.
Não me generalizem!
Sou um ser ordinário; porém, não generalizável.
Não me idolatrem!
Tenho cometido tantos erros,
irremediáveis,
que tenho medo de ler minha própria ficha.
Não se decepcionem comigo!
Sou tão imprevisível quanto desapontável.
Não me tomem como modelo!
Ainda sou massa modelável em mão de criança impaciente.
Vívian Marques Alves
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
30
Aos 30 anos, uma mulher talvez não saiba exatamente o que quer, mas já está segura do que não quer.
Aos 30 anos, uma mulher conhece seu corpo como jamais imaginou que um dia poderia.
Aos 30, uma mulher para de competir com as outras mulheres, para se comparar tão somente às suas fotos do passado. E, sem nenhuma dissimulação ou falso discurso de autoafirmação, surpreende-se ao constatar que sua beleza, hoje, é muito mais atraente e interessante do que então.
Aos 30, uma mulher descobre que tem apenas duas verdadeiras amigas, ainda que tenha diversas.
Aos 30, uma mulher se dá conta de que não importa o que ela faça, homem nenhum ficará ao seu lado se ele não quiser.
Aos 30 anos, uma mulher constata que sua mãe estava certa em 99% de suas afirmações e conselhos.
Aos 30, uma mulher troca qualquer joia cara por ter de volta os momentos apaixonados que seu homem outrora lhe dedicou.
E é também aos 30 anos que uma mulher compartilha com pessoas especiais suas mais íntimas, e às vezes insanas, divagações sobre mulheres de 30 anos.
Vívian Marques Alves
Aos 30 anos, uma mulher conhece seu corpo como jamais imaginou que um dia poderia.
Aos 30, uma mulher para de competir com as outras mulheres, para se comparar tão somente às suas fotos do passado. E, sem nenhuma dissimulação ou falso discurso de autoafirmação, surpreende-se ao constatar que sua beleza, hoje, é muito mais atraente e interessante do que então.
Aos 30, uma mulher descobre que tem apenas duas verdadeiras amigas, ainda que tenha diversas.
Aos 30, uma mulher se dá conta de que não importa o que ela faça, homem nenhum ficará ao seu lado se ele não quiser.
Aos 30 anos, uma mulher constata que sua mãe estava certa em 99% de suas afirmações e conselhos.
Aos 30, uma mulher troca qualquer joia cara por ter de volta os momentos apaixonados que seu homem outrora lhe dedicou.
E é também aos 30 anos que uma mulher compartilha com pessoas especiais suas mais íntimas, e às vezes insanas, divagações sobre mulheres de 30 anos.
Vívian Marques Alves
quarta-feira, 1 de julho de 2009
sexta-feira, 23 de março de 2007
Rebento
O botão da ORQUÍDEA resiste a desabrochar, a ponto de quase rebentar. Será medo do que verá? Será que se espanta? Será que se arrepende?
Vívian Marques Alves
Vívian Marques Alves
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